Será que Deus “sente”? Seria Deus capaz de se apaixonar? Será que Ele se empolga ou

Ele é sério? Estamos acostumados com a imagem de Deus como um Pai nervosos mais do que
pensamos Nele como amante (alguns de nós preferimos Deus como um Pai–menos como
personalidade, mais um ideal). Estamos contentes em ter Deus como o Criador, mas
assustados em pensar Nele como sendo criativo? Gostamos de Deus como engenheiro, porém
nos recusamos a pensar nele como um artista? Ele ser um administrador nos conforta, mas
ser um poeta nos ameaça? Nós gostamos do brilho da luz de Deus mas nos protejemos do
calor de suas chamas? A idéia de que Jesus tolerava a mulher pecadora ungindo seus pés e
João descansando a cabeça em seu peito faz a gente se contorcer, então o pensamento de que 
Ele gostava disso nos dá vontade de vomitar? Como podemos aceitar a idéia de que Moisés
viu um arbusto que queimava e não era consumido e ainda duvidarmos de que Deus pode
amar violentamente e nunca se acalmar? ( Rick Mullins, revistaRelease magazine )